2 março, 2026
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Ministério Público pede que Andrés Sanchez use tornozeleira eletrônica

O Ministério Público de São Paulo (MPSP) pediu à Justiça que Andrés Sanchez, ex-presidente do Corinthians, use tornozeleira eletrônica por suposto descumprimento de medidas cautelares. Em outubro passado, ele foi denunciado por apropriação indébita, lavagem de dinheiro e falsidade de documento tributário.

A promotoria também solicitou a entrega do passaporte espanhol de Sanchez e a relação das ligações telefônicas feitas por ele no período de 30 de dezembro de 2025 a 25 de fevereiro de 2026.

Após a denúncia, a Justiça impôs medidas cautelares a Sanchez, entre elas a de não se comunicar com dirigentes do Corinthians. Na representação, o promotor Cássio Conserino apontou indícios de que o ex-presidente se encontrou com um conselheiro e fez ligações para um integrante da diretoria do clube.

Sanchez também teria frequentado o Parque São Jorge, sede social do clube, em dezembro do ano passado.


Andrés Sanchez denunciado

  • Segundo a denúncia, o ex-presidente usou o cartão corporativo do clube para gastos pessoais, além de omitir a origem das compras.
  • Roberto Gavioli, ex-gerente financeiro do clube, teria sido omisso durante o período.
  • O prejuízo estimado ao Corinthians é de R$ 480 mil, de acordo com o MPSP.
  • A partir de faturas do clube, do período de agosto de 2018 a maio de 2025, a promotoria identificou que Sanchez fez inúmeras compras particulares com o cartão de crédito corporativo do Corinthians.
  • Além disso, notas fiscais foram emitidas em nome do próprio ex-presidente, o que configuraria falsidade de documentos, segundo o MPSP.
  • Entre as compras particulares identificadas, estão relógios na loja HStern, roupas da marca Brooksfield, atendimentos médicos sem descrição do paciente, abastecimentos em postos de combustíveis, entre outros.
  • Segundo promotor Cássio Conserino, o gerente financeiro era responsável pelo controle das finanças no clube e deveria fiscalizar os gastos, “mas nada disso foi feito”.
  • Em depoimento, Gavioli afirmou que não tinha o dever de fiscalização e “não percebeu” as transações ilegais, uma vez que o clube movimenta bilhões por ano.

 

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