A prefeitura também disse que a medida não se baseava em parâmetros urbanísticos, sanitários ou funcionais já previstos na legislação. Segundo o Executivo, hospitais, escolas e bibliotecas precisam de silêncio de forma contínua e previsível, o que não se aplicaria aos templos.
Câmara mantém veto a lei de silêncio perto de igrejas
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