18 abril, 2026
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Equador diz que vai investigar como bomba foi parar na Colômbia

O Ministério da Defesa do Equador disse que abriu uma investigação nesta quarta-feira (18/3) para verificar como uma bomba do país apareceu em território colombiano.

Nessa terça (17/3), o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, disse que 27 pessoas foram mortas em bombardeios na fronteira entre a Colômbia e o Equador. Posteriormente, afirmou que uma bomba, não detonada, foi encontrada e veio do Exército equatoriano.

Por outro lado, o presidente do Equador Daniel Noboa afirmou que o país, em “guerra contra o narcotráfico”, tem realizado bombardeios contra traficantes apenas em seu próprio território.

Segundo o governo do Equador, os ministros da Defesa e comandantes do Exército de ambos países se reuniram na manhã desta quarta para trocar informações, e, após análise, foi verificado que a operação militar do Equador foi feita apenas em território equatoriano.

“Por isso, de comum acordo, foi coordenada a formação de uma Comissão Técnica Binacional para verificar “in loco” os motivos pelos quais o explosivo apareceu em território colombiano”, diz a nota do ministério.

Petro alegou durante a madrugada da quarta-feira que civis da área não conseguiriam carregar o explosivo pelo rio Tomo, que forma a fronteira, devido ao peso da bomba.

Bombardeios do Equador

Desde domingo, o Equador emprega uma força-tarefa de 75 mil homens, entre militares e policiais, em uma “guerra ao narcotráfico”.

A atuação, segundo o Exército equatoriano, tem foco em quatro províncias: Guayas, El Oro, Los Ríos e Santo Domingo de los Tsáchilas. Moradores locais têm que acatar a um toque de recolher noturno, e quem não obedecer pode pegar até três anos de prisão, informou o ministro do Interior do Equador, John Reimberg.

Nas redes sociais, o Ministério da Defesa do Equador tem publicado vídeos de militares bombardeando o que chamam de “alvos militares de narcoterroristas”.

Veja

As ações equatoriana acontecem logo após o presidente Daniel Noboa se reunir com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e outros líderes, na cúpula proposta pelos EUA intitulada “Escudo das Américas”, focada em combater o crime organizado nos continentes americanos.

O Brasil, a Colômbia e o México não foram compareceram ao evento.

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