Time do MPMS falaram as terceirizadas sobre como identificar e fugir da violência de gênero
Por Anahi Zurutuza | 21/03/2026 15:58
Antes que casos precisem chegar aos tribunais, ou seja, quando já é tarde demais, promotoras do MPMS (Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul) decidiram conversar com as trabalhadoras terceirizadas da instituição. O tema: violência doméstica e como fugir dela. A proposta foi orientar as participantes e ampliar o acesso à informação sobre os meios de prevenção.
Promotoras do Ministério Público de Mato Grosso do Sul realizaram encontro com trabalhadoras terceirizadas para discutir violência doméstica e formas de prevenção. O evento “Espaço de Voz”, voltado a auxiliares de limpeza, copeiras e garçonetes, abordou sinais de abuso e medidas de proteção.A iniciativa, que integra ações do mês da mulher, incluiu palestra sobre superendividamento e autonomia financeira. O objetivo é fortalecer a independência econômica feminina como forma de romper ciclos de violência, segundo a promotora Clarissa Carlotto Torres.
O encontro, na manhã deste sábado (21), intitulado “Espaço de Voz – Violência Doméstica e Autonomia Feminina”, foi voltado a profissionais como auxiliares de limpeza, copeiras, encarregadas e garçonetes. Durante a atividade, foram abordados sinais de abuso, medidas de proteção e canais disponíveis para denúncia e acolhimento.
A iniciativa integra ações do mês de março voltadas à conscientização sobre os direitos das mulheres. O evento foi organizado pelo Nevid (Núcleo de Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar) e pelo Navit (Núcleo de Apoio às Vítimas de Crimes e Atos Infracionais Violentos), com apoio do Grupo de Atuação Especial dos Promotores de Justiça do Tribunal do Júri, que atuam no enfrentamento à violência de gênero e no apoio às vítimas dentro dos tribunais.
Além da discussão sobre violência doméstica, a programação incluiu uma palestra sobre superendividamento e autonomia financeira. A abordagem destacou que a independência econômica pode ajudar mulheres a romper ciclos de violência e reduzir situações de vulnerabilidade.
Segundo a promotora de Justiça Clarissa Carlotto Torres, a ação busca levar informação a todas as mulheres que atuam na instituição. “O enfrentamento à violência doméstica também passa pelo fortalecimento da autonomia feminina”, afirmou.
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